Hector Babenco (1946–2016)

Sou estrangeiro no Brasil, e o meu estímulo para fazer cinema é uma pergunta que procuro responder a cada filme que faço, a cada nova aventura que invento. Eu talvez tenha feito cinema por achar que esse era o único espaço que me restava para poder expressar minha formação intelectual. Havia desde o início uma busca pelo significado do belo, não no sentido babaca, organizado, do belo, mas a procura da arte, da obra não-repetida. Talvez minha formação venha de muito mais longe, de um pai que nunca deu certo na vida e que me contava histórias maravilhosas quando eu era menino. Reproduzir essa capacidade dele de inventar histórias, que foi o melhor que ele me deixou, através de filmes – talvez minha motivação primal venha daí.

Hector Babenco, cineasta, em entrevista ao caderno Mais!, da Folha de S. Paulo, ao lado dos também cineastas Cacá Diegues e Arnaldo Jabor (abril de 1995). Abaixo, no set de Ironweed, de 1987, com Meryl Streep.

Curta o Palavras de Cinema no Facebook

Hector Babenco

Veja também:
Descoberta sexual

1 comentário

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s