Máquina de sonhos

A morte de Marilyn Monroe, acidental ou não, se configura, antes de tudo, numa denúncia. O preço, às vezes demasiado caro, em assumir o pináculo do star system – uma das argamassas da poderosa indústria de entretenimento que é o cinema e que, apesar da decadência, ainda é Hollywood. Diversão, sonho, emoção, escapismo, ilusão e, no centro do foco, os mitos pré-fabricados e acionados pela máquina para o consumo do público.

José Lino Grünewald, crítico, escritor e poeta, dois dias após a morte de Marilyn Monroe (Correio da Manhã, 7 de agosto de 1962). Leia aqui o texto completo.

marilyn monroe

Veja também:
Marilyn, por Norman Mailer

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