Bastidores: Encontros e Desencontros

Coppola extrai do ator a disposição de atuar em um incontável elenco de situações cômicas: do mais delirante registro físico (as sequências da piscina, da sala de ginástica, da massagista) à observação mais detida do rosto e das expressões (as sequências em que assiste TV no quarto, a sessão de fotos), passando pelo desacerto com os gadgets, à maneira de Tati (os ruídos emitidos pelo celular, pelo aparelho de fax e pelos aparelhos de ginástica), Murray encontra espaço para desenvolver uma personagem absolutamente adorável, palpável em sua fragilidade e desespero mudo.

Fernando Veríssimo, sobre o trabalho do ator Bill Murray no filme de Sofia Coppola, em uma crítica para a Contracampo – Revista de Cinema (leia texto completo aqui).

encontros e desencontros

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