O fim do desejo

Fazer cinema é como amar: você tem que sentir um frio na barriga a cada nova paixão. Eu não sinto mais essa sensação. Então não há o que contar. E, no meu caso, se não há desejo, não há como dar prosseguimento ao tipo de obra que eu construí, centrada no embate entre o indivíduo e as instituições.

 

Milos Forman, em entrevista ao jornal O Globo.

Leia a entrevista completa aqui.

Abaixo, nos bastidores de Um Estranho no Ninho.

forman

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